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  • PRÍNCIPE B

    A sociedade egípcia se caracterizou por sua clara hierarquização, a qual persistiria através dos anos com somente umas poucas modificações. Dentro da hierarquia social, a nobreza e o clero se encontram na cima, muito próximo ao Faraó, considerado um deus na terra. Observa-se uma cabeça de personagem com toucado de serpente (“ureus”), símbolo do Baixo Egito. Provavelmente representa um membro da nobreza local.

  • CLEÓPATRA VII FILOPATOR

    Representação de Cleópatra VII Filopator (c. 51-30 a.C.), a última rainha do Antigo Egito, pertencente à Dinastia Ptolemaica de ascendência grega. Ter-se-ia feito representar como encarnação de Ísis, homologada a Afrodita.

    O romance entre Cleópatra e Júlio César, além de gerar um herdeiro, Ptolomeo XV César, que unificaria os impérios romanos e egípcios, geraria o repúdio do povo e senado de Roma. Uma vez que Julio Cesar é assassinado, o general romano Marco Antonio solicita apoio militar para Cleópatra, e a história se repetiria. O romance entre eles seria fortemente censurado pelo povo e o senado romano, por inclinar a balança a favor do Egito.

    Finalmente Cleópatra decide suicidar-se, quando toma conhecimento da morte de Marco Antonio.

  • FARAÓ A

    Representação de um faraó, com o toucado “nemes” sobre o qual leva o “ureus”, patrono do Baixo Egito. Utiliza também a barba postiça para associar-se a Osíris. “quem permanece em sua perfeição”. Outro tipo de coroa utilizada pelos faraós era a branca, que representa o Alto Egito, a vermelha para representar o Baixo Egito e, ao fundirem-se ambas, simbolizava a unificação de As Duas Terras. Também podia utilizar a coroa azul, especial para identificar o faraó em combate e a coroa com plumas (atef), de uso cerimonial. Além disso, o representava com rabo de touro e com o cetro e o flagelo.

  • PRÍNCIPE C

    Cabeça de personagem com toucado de serpente (“ureus”). símbolo do Baixo Egito. Provavelmente representa um membro da nobreza local.

     

  • NEFERTITI

    Reprodução do busto de Nefertiti, Grande Esposa Real de Akhenaton (c. 1346-1333 a.C), encontrado em Tell el-Amarna.

    Seu nome se traduz como “a bela chegou”, se apresenta levando a coroa azul da deusa Tefnut, como encarnação do princípio feminino da criação e esposa divina de Akhenaton, encarnação do deus Aton.

    É a imagem da rainha mais conhecida e difundida que se conserva do mundo antigo, convertendo-se em um arquétipo de beleza feminina. Nele, se conjugam duas concepções estéticas, por uma parte, a idealização formal faz desta obra um retrato com um nível de detalhe excepcional, e por outra, o expressionismo simbólico próprio do “Estilo Amarna”.

    Como era a organização do povo egípcio?

    No início do império, os egípcios eram organizados em 42 nomos, que eram pequenos reinos com alguma autonomia, e se encontravam distribuídas em 22 no Alto Egito e 20 no Baixo Egito . Cada reino era composto por um chefe que era nomeado pelo Faraó, e em tempos de decadência passou a ser um título hereditário .

    A organização sócio-política obedecia à divinização do Nilo como a principal fonte de subsistência . Estavam hierarquizados piramidalmente em: faraó, nobreza, administrativos e escribas, guerreiros, comerciantes , artesãos , agricultores,escravos.

     

  • HARPÓCRATES (HOR-PA-JARD)

    Representando como um menino humano, com uma trança a um lado como símbolo de sua juventude, corresponde a manifestação de Horus como menino recém nascido, simbolizando o débil sol do amanhecer ou sol do inverno. Sua representação junto a Ísis, ou como menino-deus, se converteram em referentes para o posterior cristianismo.

  • HORAJTI

    Representado com cabeça de falcão e o disco solar sobre ela, significa literalmente “Horus no horizonte”, e mais que designar um deus em particular, representa uma manifestação de Horus como o poderoso sol de meio dia, no zênite. Com a popularização do culto ao deus Rá, passou a se chamar Rá-Horajti.

  • ÍSIS (AST)

    Representada como uma mulher com o símbolo do trono sobre a cabeça ou chifres de vaca e o disco solar, era a deusa da maternidade e o nascimento, considerada a Grande Deusa Mãe, além de receber epítetos como a Grande Feiticeira.

    Tanto sua imaculada concepção, como suas representações como mãe amamentando ao menino Horus, se converteram em referentes para o posterior cristianismo.

  • THOT

    Representado com cabeça de Íbis, era uma divindade lunar considerada deus da sabedoria, criador da escritura, das artes e das ciências, além de arquiteto e conhecedor dos traçados e trajetórias de todas as coisas. Como senhor do tempo, atribui-se –lhe o estabelecimento do calendário (360 dias) e a criação do “Heru Renpet”, os cinco dias que  se acrescentavam ao ano para o festejo do nascimento de Osíris, Horus, Seth, Ísis e Néftis.

  • SARCÓFAGO DA SENHORA MADJA

    Reprodução do sarcófago da Senhora Madja, elaborado em madeira de uma peça só, estucado e policromado. Contemporâneo a diarquia de Tutmosis III e Hatshepsut (c. 1479-1425 a.C.). Madja era uma mulher que formava parte das comitivas de enfermeiras, músicos e bailarinos que vinham do estrangeiro para prestar serviço às grandes famílias tebanas. O sarcófago contém somente fórmulas funerárias nas cintas que sustentam as ataduras que formam parte do Livro dos Mortos, o que indicaria que estamos frente a uma prática muito usual de sarcófagos pré-desenhados, dado em forma de pagamento, onde o nome era acrescentado uma vez falecida a pessoa. Nos lados, aparecem os olhos de Hórus, servindo como janela para o mundo dos vivos.

    Que significam os símbolos no sarcófago?

    A língua egípcia, através de hieróglifos, revela muitos de seus costumes e crenças . Com estes símbolos representavam as coisas que aconteceram todos os dias, e também, no caso de alguns sarcófagos e túmulos, mostravam as instruções para o submundo , uma espécie de “receita” do Livro dos Mortos. Eles também apontavam quem era o morto e como tinha sido a sua vida neste mundo.

     

  • SARCÓFAGOS USHEBTIS

    Se bem que os ushebti eram dispostos diretamente entre as vendas ou a um lado do corpo, durante o Império Novo (c. 1550-1075 a.C.), foi comum colocá-los em pequenos sarcófagos representando ao defunto em todo detalhe. Os materiais utilizados eram faiança, madeira, pedra, barro cozido, entre outros dependendo da hierarquia social do defunto.

    Durante o Império Antigo se elaboraram pequenas estátuas que representavam ao defunto com seu corpo desnudo, envolvido em faixas dentro de pequenos túmulos. O propósito era substituir a múmia em caso de que aquela resultara danificada ou destruída. Desde o Império Médio aparecem pequenos objetos, na maioria dos casos, de pedra, madeira ou louça mumiforme, formando parte do enxoval funerário.

  • ESCARAVELHOS

    Representações de escaravelhos, símbolo de Jepri, deus da metamorfose e o renascimento, fortemente ligado ao ciclo solar ocaso-amanhecer. Eram utilizados como amuletos entre as ataduras da múmia para que “falasse a favor do coração” no Juízo de Osíris. Também teria sido utilizado como selos reais para assinar atas ou documentos, como o que mostra o cartucho de Amennenhat II (c. 1932-1898 a.C.).

  • USHEBTIS

     Nos Ushebti geralmente aparece um texto em que o proprietário do tumulo lhe ordena ao seu substituto que “responda” a chamada de trabalho no mais além, consistente em regar e adubar a terra, trabalhos considerados desagradáveis no Egito. “ Oh vos, Ushebti, quando eu seja obrigado a realizar algum trabalho dos que se fazem ali no reino dos mortos, te comprometes tu àquilo que tenha que fazer-se para lavrar os campos e regaras beiras(…) << Eu quero fazê-lo, aqui estou eu >> dirás”.

    Por outra parte, o hipopótamo era um símbolo ambivalente de fertilidade e proteção, mas também de caos e destruição. Se lhes representava geralmente adornados com flores de lótus e outras plantas aquáticas.

  • MÚMIA

    Na cultura egípcia, toda pessoa possuía três elementos vinculados com o corpo material: “khet”, “ren” e “shut”, e três ao corpo espiritual: “ka”, “ba” e “akh”. Ao morrer, a parte espiritual ficava liberada do corpo, mas cada noite devia retornar a ele, pelo que a conservação do corpo era fundamental. Existem duas concepções básicas de como pensar o tempo: por um lado uma eternidade imóvel (djet) considerado o tempo incorruptível, sua máxima expressão é Osíris, e por outro, uma eternidade cíclica denominada “neheh”, simbolizado pela viagem realizada por Rá, uma transformação incessante representada por Jepri, o deus escaravelho da eterna metamorfose entre sol oriente, o sol zenital, o sol poente, e novamente o sol oriente.

    Como era o processo de mumificação?

    Era um processo que durava pelo menos 70 dias, em que o falecido era tratado para torná-lo pronto para o renascimento no submundo. O primeiro passo era a retirada de órgãos, começando com o cérebro. Este era removido pelas fossas nasais através de um gancho em forma de garfo, o que permitia a remoção completa dos cérebros. Posteriormente eran extraídos pulmões , estômago, fígado e intestinos, que eram colocados em vasos canópicos, frascos que representavam cada um dos filhos de Hórus. O coração permanecia no corpo para ser pesado por Anúbis junto à pena de Maat, para a sua passagem para a outra vida .

  • ARQUITETO

    Os arquitetos representaram um grupo social estreitamente ligado a realeza e a nobreza, pelo que eram muito estimados e respeitados dentro da sociedade egípcia.

    Dentro dos mais conhecidos se encontram: Imhotep, criador da Pirâmide Escalonada de Saqqara do faraó Djoser [c. 2630-2611 a.C.L e Senenmut, arquiteto e “favorito” da rainha-faraó Hatshepsut [1479-1458 a.C.L responsável da construção do Templo em Deir el-Bahari.

    Desde o Império Médio, se lhes representou com as “estátuas-cubo” em diorito e granito, vermelho e preto, simbolizando a colina primigênia da criação, a partir da qual emergem a cabeça e os pés do arquiteto.

  • OBELISCO

    Os obeliscos eram elaborados com granito das pedreiras do Alto Egito. Construíam-se como agradecimento ao deus Rá pela proteção e as vitórias que propiciava, assim como para fazer-lhe alguma rogativa.

    Representavam um raio de sol na terra e por isso sua elaboração era muito minuciosa e exigente: se chegava a sofrer alguma ruptura durante sua manufatura, era considerada um mau sinal, pelo que se devia abandonar o trabalho e começar um novo.

  • PROCESSO DE CONSTRUÇÃO

    A espetacularidade arquitetônica no Antigo Egito exigiu uma engenharia altamente elaborada, capaz de resolver problemas em torno da disponibilidade de materiais e métodos eficientes de transporte e construção.

    Enquanto as moradias eram levantadas com adobe, os templos, palácios e fortalezas eram erguidos com blocos de pedra calcária, arenito ou granito transportad0s pelo rio Nilo desde as pedreiras do sul, e através de trenós, rampas em espiral e o uso de animais de carga teriam levantado as enormes edificações.

  • TEMPLO DE ÍSIS

    Estava localizado na Ilha Philae, ao sul do Nilo. Sua construção foi iniciada por Ptolomeo II (c. 285-246 a.C.) e terminada pelo imperador Tibério (14-37 d.C.).

    Na entrada se podem ver cenas da matança de prisioneiros ordenada por Ptolomeo XII em homenagem aos deuses Hórus, Ísis e Hathor. O lugar de adoração da deusa Ísis se encontra decorado com cenas que relatam o seu nascimento, infância e educação.

    Produto da construção da barragem de Aswan, na década de 1970, foi transportado para a ilha de Aglika.

  • PIRÂMIDE ESCALONADA

    Construída em Saqqara por Imhotep, para receber os restos do faraó Djoser (c. 2630-2611 a.C.). É considerada precursora das pirâmides porque inaugura uma monumentalidade funerária que alcançaria seu máximo esplendor com A Grande Pirâmide de Gizé de Quéops (c. 2551-2528 a.C.). Antes dela, os grandes reis eram enterrados em mastabas, estruturas de base retangular e forma tronco-piramidal.

    A Pirâmide Escalonada marca um marco na história da arquitetura do Antigo Egito, porque cristaliza as crenças sobre a morte e a eternidade, fixando no tempo e no espaço a idéia de que o faraó, ao ser um deus em vida, quando morre, se transforma em Osíris, um deus morto.

  • TRONO DE TUTANKHAMON

    Reprodução do trono encontrado no Túmulo de Tutankhamon. O original foi elaborado em madeira e coberto com finas lâminas de ouro, incrustações de pedras semipreciosas e esmaltes de cores.

    No espaldar se observa ao faraó junto a sua esposa. As patas do trono representam as extremidades de um touro e de um leão, símbolos da divindade da realeza.

    As  flores de lótus e papiro entrelaçadas são representadas na parte posterior do espaldar do trono, enquanto que o abutre e a cobra se unificam nos lados, representando o Alto e o Baixo Egito respectivamente como símbolo da unificação do País do Nilo, o Shema- Taui.

    Porque Tutancâmon é tão importante?

    Na verdade, este jovem faraó não foi transcendental na história egípcia . Sua importância se deve ao fato de ele ser o único faraó cuja tumba foi encontrada completa, com todo o enxoval funerário em seu interior. As outras tumbas de faraós já havia sido saqueadas no momento da descoberta .

     

  • TUTANKHAMON CAÇADOR

    Reprodução da escultura de Tutankhamon em atitude de caça. Foi encontrada no túmulo do faraó, a original se encontra hoje no Museu do Cairo.

    Mantendo delicadamente o equilíbrio sobre uma pequena balsa de papiro, se mostra ao jovem faraó Tutankhamon com uma lança em atitude de caça, portando a coroa do Baixo Egito, e um amplo colar de contas chamado “ushek”.

    Está elaborada em madeira com uma capa de escaiola (tipo de gesso de alta qualidade e grão muito fino) e coberta com uma fina capa de ouro. A lança, sandálias e “ureus” (toucado de serpente) são de bronze dourado, e os olhos de cristal e obsidiana.

  • MÁSCARA MORTUÁRIA DE TUTANKHAMÓN

    Réplica da Máscara  Mortuária de Tutankhamon (c. 1336-1327 a.C.).

    Foi elaborada com uma grossa lâmina de ouro de 22 quilates, utilizando soldadura de ouro, prata ou “elektrum” (prata e ouro). As sobrancelhas e delineado se fizeram de lápis-lazúli, os olhos de quartzo e obsidiana. e as franjas azuis do adorno real “nemes” de vidro opaco fundido com cobalto. A cobra real e o abutre que carrega o faraó sobre sua frente representavam ao Baixo e Alto Egito, simbolizando a união de “As Duas Terras”.

    No Antigo Egito. o uso de metais nobres e pedras semipreciosas eram mais do que um simples luxo: o ouro nunca perde seu brilho, e jamais se enferruja. Não somente representava, senão que “era” a carne dos deuses: Rá, se acreditava, tinha ossos de prata, carne de ouro e cabelos de lápis-lazúli.

    A barba trançada curva de lápis- lazúti aludia a Osíris, fazendo do faraó uma divindade que governava desde o mais Além.

    A máscara é a manifestação da união mística entre o faraó e os deuses, o que se ratifica na inscrição que aparece na parte posterior da peça, e que versa:

    “Salve! Belo de rosto,dotado de visão, esculpido por Ptah- Sokaris, disposto por Anúbis. A quem Shu deu a elevação. O mais belo rosto entre os deuses. Teu olho direito é a barca solar, teu esquerdo é a barca lunar. Tuas sobrancelhas são a Enéada, tua testa é Anúbis e tua cabeça é Horus. Teus dedos são Toth e tua cabeleira é Ptah- Sokaris.”

    A máscara de Tutancâmon é original?

    Não, é a única réplica autorizada pelo Museu do Cairo para ser exibida como a cópia exata da original, que está exposta no Museu de Arte de Nova York. A máscara original era parte de objetos funerários do faraó descobertos em 1992 no Vale dos Reis (Egito ), pelo arqueólogo Howard Carter. Feito com folha de ouro e incrustada de quartzo , lápis-lazúli, turquesa, obsidiana , vidro e cornalina.

     

  • 3º SARCÓFAGO DE TUTANKHAMON

    Reprodução do terceiro sarcófago de Tutankhamon (c. 1333-1323 a.C.). O original está elaborado em madeira não identificada, coberto com finas lâminas de ouro e incrustações de pedras semipreciosas. Apresenta uma decoração de plumas ao longo do seu corpo.

    O que significam os símbolos no sarcófago?

    A língua egípcia, através de hieróglifos, revela muitos de seus costumes e crenças . Com estes símbolos representavam as coisas que aconteceram todos os dias, e também, no caso de alguns sarcófagos e túmulos, mostravam as instruções para o submundo , uma espécie de “receita” do Livro dos Mortos. Eles também apontavam quem era o morto e como tinha sido a sua vida neste mundo.

     

  • SENET

    Jogo de mesa, cujo nome significa “passagem”, cujo objetivo final é lograr tirar do tabuleiro todas as fichas (cinco a dez por jogador) depois de passar pelo labirinto. Constitui uma metáfora dos obstáculos a esquivar para chegar ao “Além”. Não é coincidência que, desde a Dinastia V (c. 2465-2323 a.C.), se observem representações nos túmulos do defunto (faraó, rainha, nobre, camponês ou inclusive escravo) jogando Senet sem adversário.

  • ESCRIBA

    Os escribas eram considerados especialistas da escritura e se dedicavam ao registro e documentação dos mais diversos âmbitos, produzindo documentos de tipo administrativo, legal, econômico, histórico, científico, religioso inclusive literário.

    Para aprender a escrever se necessitavam anos de aprendizagem nas chamadas “Casas da Vida”, instituições disponíveis a diferentes “classes sociais”, portanto os escribas não eram os únicos que dominavam a escritura. Entretanto, constituíram um grupo de especialistas do registro e a produção documental, tanto burocrática como religiosa, para o qual era necessário conhecer um repertório de signos que superava os 600 caracteres.

  • RELEVO DE NAJT

    Reprodução de um relevo do túmulo de Najt, escriba de Tutmosis III, pertencente à XVIII Dinastia, (c. 1450 a.C.). Representa um contexto de festividades onde as mulheres tocam a harpa, a flauta e uma espécie de cítara.

    Era comum que comitivas de músicos e dançarinos viessem do estrangeiro para prestar serviço a realeza ou a nobreza em rituais e celebrações. Geralmente eram maioritariamente mulheres, as quais sobressaíam suas atitudes artísticas e beleza, exibindo finos linhos translúcidos ou simplesmente desnudas.

  • MULHER CARREGANDO OFERENDAS

    Reprodução de uma estátua de uma mulher carregando oferendas, pertencente ao Império Médio (c. 2000 a.C.). O original se encontra no Museu do Cairo.

    Esta mulher carrega com cones de unguentos para o funeral do defunto e víveres para sua viagem ao além-túmulo. Nela, se observa o uso de uma peruca, muito comum no Egito tanto para mulheres como para homens, os quais acostumavam afeitar-se a cabeça tanto por higiene como pelo clima. Por isso mesmo, a vestimenta era leve, fresca e de decoração simples, quase sempre de linho.

  • FERRAMENTA AGRÍCOLA

    Miniatura de Ferramenta Agrícola (c. 600 a.C.), encontrada como oferenda funerária que representava os trabalhos que o defunto teria realizado na vida: agricultor.

    A agricultura era à base da economia no Egito. Os principais cultivos eram o trigo, a cevada, legumes como lentilhas e grão-de-bico, e hortaliças como alfaces, alhos, cebolas, etc.

    Sua noção do tempo esteve estreitamente ligada ao ciclo agrícola: a primeira estação (akhet) começava em Julho com as chuvas da monção e as crescidas do Nilo. Em Outubro, a segunda estação (peret), marcava a retirada das águas, a distribuição das terras e o plantio. A terceira estação (shemu), começada em Maio com a colheita, quando o Nilo estava em seu mínimo nível.

  • ESFINGE

    Imagem inspirada na Grande Esfinge de Gizé, atribuída a Kéfren, (c. 2547-2521 a.C.). Foi construída sobre um monte de rocha de calcário, com um templo próprio aos seus pés, reverenciado fervorosamente ao longo da história do Antigo Egito. Era considerado benfeitor do faraó, símbolo do seu poder.

    Na cultura egípcia, a esfinge era chamada Hor-em-Ajet (“Horus no horizonte”) e representava o lugar no horizonte em que o sol nascia. Era, portanto a encarregada de assegurar a ascensão do sol e símbolo do seu poder.

    O que eram as pirâmides?

    Os egípcios acreditavam na vida após a morte , então enterravam o falecido em lugares que conservavam toda a sua vida neste mundo para reviver no próximo. Existiram diferentes tipos de túmulos : mastabas , hipogeus e as pirâmides . Essas últimas foram usados para enterrar a nobreza, principalmente os faraós. A primeira é a Pirâmide de Saqqara , construída para o faraó Dysier . As mais conhecidas hoje em dia são as de Quéops , Quéfren e Miquerinos , que ainda estão de pé , no Cairo.

     

     

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